BAHIA EM CASA PERDE PARA O CRUZEIRO
O jogo entre Esporte Clube Bahia e Cruzeiro Esporte Clube deixou a torcida tricolor na bronca. O Bahia até começou bem na Fonte Nova, abriu o placar com Luciano Juba de pênalti, mas caiu de rendimento e levou a virada por 2 a 1. Kauã Moraes empatou e Kaique Kenji virou no fim da partida.
O que mais preocupou foi a postura do time. Depois do gol, o Bahia perdeu intensidade, errou passes e deu muito espaço pro Cruzeiro crescer no jogo. Everton Ribeiro tentou organizar o meio, mas o time parecia sem confiança em vários momentos. A defesa também sofreu bastante pressão da Raposa.
A situação aumenta a pressão em cima de Rogério Ceni, porque o Bahia chegou ao quinto jogo seguido sem vencer. A torcida já começa a cobrar reação imediata, principalmente por causa do jogo decisivo contra o Remo na Copa do Brasil.
Na resenha do torcedor baiano:
“Ô Baêa, acorda meu rei! Não dá pra abrir o placar na Fonte Nova e vacilar desse jeito, viu? A torcida fez a parte dela, mas o time deu mole demais.”
Apesar da derrota, o elenco ainda tem qualidade. Jogadores como Luciano Juba, Everton Ribeiro e Erick Pulga podem mudar o cenário, mas o Bahia precisa voltar a ter força mental e organização defensiva se quiser brigar na parte de cima da tabela.
O elenco do Cruzeiro Esporte Clube hoje realmente vive um momento mais encaixado e competitivo que o do Esporte Clube Bahia, principalmente pela regularidade dentro de campo. Jogadores como Matheus Pereira, Kaio Jorge e Lucas Romero formam uma base que está jogando junta há mais tempo e mostrando mais intensidade.
Mas no papel, o Bahia também tem elenco forte. Nomes como Everton Ribeiro, Luciano Juba e Jean Lucas têm qualidade técnica. O problema maior parece ser encaixe, confiança e rendimento coletivo. Muitas vezes o Bahia tem posse de bola, mas cria pouco e sofre defensivamente.
O Cruzeiro hoje passa mais sensação de “time pronto”. Já o Bahia ainda parece um time tentando se encontrar. E isso irrita a torcida porque, com investimento do Grupo City, o torcedor esperava um futebol mais dominante e competitivo.
Na resenha do torcedor:
“O Cruzeiro tá com mais fome de jogo, meu rei. O Baêa tem nome, tem investimento, mas tá faltando sangue no olho e regularidade.”
Então dá pra dizer que:
Hoje o Cruzeiro está jogando melhor coletivamente;
O Bahia tem peças de qualidade, mas ainda não virou um time confiável;
O momento psicológico e tático favorece o Cruzeiro.



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