Guilherme Bellintani: o presidente da transformação do Bahia
Por EQUIPE BROCABAEA
23/05/2026 | Atualizado em 23/05/2026 - 21h56
O processo conduzido por Guilherme Bellintani para trazer o Grupo City ao Bahia não aconteceu por acaso. Foi um trabalho planejado, que começou logo após a aprovação da Lei da SAF em 2021. Em vez de esperar investidores aparecerem, o Bahia decidiu procurar parceiros estratégicos no mercado internacional.
O processo conduzido por Guilherme Bellintani para trazer o Grupo City ao Bahia não aconteceu por acaso. Foi um trabalho planejado, que começou logo após a aprovação da Lei da SAF em 2021. Em vez de esperar investidores aparecerem, o Bahia decidiu procurar parceiros estratégicos no mercado internacional.
Como tudo começou
Após analisar o cenário do futebol brasileiro e as limitações financeiras do modelo associativo, Bellintani concluiu que o Bahia precisaria de um parceiro com capacidade de investimento e conhecimento de gestão esportiva para competir em alto nível no futuro. A primeira reunião com representantes do Grupo City aconteceu em outubro de 2021, poucos meses após a criação da Lei da SAF.
Após analisar o cenário do futebol brasileiro e as limitações financeiras do modelo associativo, Bellintani concluiu que o Bahia precisaria de um parceiro com capacidade de investimento e conhecimento de gestão esportiva para competir em alto nível no futuro. A primeira reunião com representantes do Grupo City aconteceu em outubro de 2021, poucos meses após a criação da Lei da SAF.
Por que o Grupo City escolheu o Bahia?
Segundo Bellintani, alguns fatores foram decisivos:
O Bahia possuía uma dívida considerada controlada para os padrões do futebol brasileiro.
O clube tinha organização financeira e informações contábeis transparentes.
Existia uma grande torcida e forte potencial de crescimento de mercado.
O clube já havia passado por um processo de democratização e modernização administrativa desde 2013.
Segundo Bellintani, alguns fatores foram decisivos:
O Bahia possuía uma dívida considerada controlada para os padrões do futebol brasileiro.
O clube tinha organização financeira e informações contábeis transparentes.
Existia uma grande torcida e forte potencial de crescimento de mercado.
O clube já havia passado por um processo de democratização e modernização administrativa desde 2013.
O modelo construído por Bellintani
Antes mesmo de fechar com investidores, a diretoria estruturou um projeto de SAF para apresentar ao mercado. O objetivo não era apenas vender o clube, mas encontrar um parceiro de longo prazo. Bellintani afirmou posteriormente que preferiu um investidor que oferecesse tecnologia, metodologia de gestão e desenvolvimento sustentável em vez de apenas grandes aportes financeiros imediatos.
Antes mesmo de fechar com investidores, a diretoria estruturou um projeto de SAF para apresentar ao mercado. O objetivo não era apenas vender o clube, mas encontrar um parceiro de longo prazo. Bellintani afirmou posteriormente que preferiu um investidor que oferecesse tecnologia, metodologia de gestão e desenvolvimento sustentável em vez de apenas grandes aportes financeiros imediatos.
Negociações e aprovação
As negociações duraram cerca de um ano. Em setembro de 2022 foi anunciado o acordo para venda de 90% da SAF ao Grupo City. Depois disso, o projeto foi apresentado ao Conselho Deliberativo e aos sócios do clube, que aprovaram a operação por ampla maioria em dezembro de 2022.
As negociações duraram cerca de um ano. Em setembro de 2022 foi anunciado o acordo para venda de 90% da SAF ao Grupo City. Depois disso, o projeto foi apresentado ao Conselho Deliberativo e aos sócios do clube, que aprovaram a operação por ampla maioria em dezembro de 2022.
O legado de Bellintani
Mesmo quem faz críticas à sua gestão costuma reconhecer que Bellintani foi o principal articulador da chegada do Grupo City. Ele conduziu as negociações, estruturou o projeto da SAF e liderou o processo de aprovação junto aos sócios. Anos depois, o próprio ex-presidente afirmou que o sucesso da operação veio da combinação entre rapidez para aproveitar a nova legislação e cautela para escolher o parceiro ideal.
Mesmo quem faz críticas à sua gestão costuma reconhecer que Bellintani foi o principal articulador da chegada do Grupo City. Ele conduziu as negociações, estruturou o projeto da SAF e liderou o processo de aprovação junto aos sócios. Anos depois, o próprio ex-presidente afirmou que o sucesso da operação veio da combinação entre rapidez para aproveitar a nova legislação e cautela para escolher o parceiro ideal.
Como Bellintani trouxe o Grupo City para o Bahia
A chegada do Grupo City ao Bahia foi resultado de um trabalho estratégico liderado pelo então presidente Guilherme Bellintani. Logo após a aprovação da Lei da SAF, em 2021, o dirigente iniciou estudos para encontrar um parceiro capaz de elevar o clube a um novo patamar de competitividade. O Grupo City foi definido como prioridade desde o início das conversas.
Durante aproximadamente um ano de negociações, o Bahia apresentou sua organização financeira, o potencial de sua torcida e um projeto de crescimento sustentável. O objetivo não era apenas conseguir recursos financeiros, mas atrair uma empresa com experiência internacional na gestão do futebol.
Em 2022, o acordo foi anunciado e posteriormente aprovado pelos sócios do clube. A operação marcou uma das maiores transformações da história tricolor. Independentemente das opiniões sobre sua administração, Bellintani ficará marcado como o dirigente que liderou o processo que colocou o Bahia na rede global do Grupo City e abriu uma nova era para o Esquadrão de Aço.
A chegada do Grupo City ao Bahia foi resultado de um trabalho estratégico liderado pelo então presidente Guilherme Bellintani. Logo após a aprovação da Lei da SAF, em 2021, o dirigente iniciou estudos para encontrar um parceiro capaz de elevar o clube a um novo patamar de competitividade. O Grupo City foi definido como prioridade desde o início das conversas.
Durante aproximadamente um ano de negociações, o Bahia apresentou sua organização financeira, o potencial de sua torcida e um projeto de crescimento sustentável. O objetivo não era apenas conseguir recursos financeiros, mas atrair uma empresa com experiência internacional na gestão do futebol.
Em 2022, o acordo foi anunciado e posteriormente aprovado pelos sócios do clube. A operação marcou uma das maiores transformações da história tricolor. Independentemente das opiniões sobre sua administração, Bellintani ficará marcado como o dirigente que liderou o processo que colocou o Bahia na rede global do Grupo City e abriu uma nova era para o Esquadrão de Aço.



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