A situação do Bahia e do Girona FC em 2026 tem muitas semelhanças, principalmente no aspecto esportivo e na forma como o Grupo City costuma agir em momentos de crise.
1. Queda de desempenho após boas temporadas
O Bahia vinha de temporadas positivas, com títulos estaduais, Copa do Nordeste e classificação para competições internacionais. Porém, em 2026, acumulou eliminações, sequência sem vitórias e forte queda de rendimento, gerando críticas da torcida e pressão sobre Rogério Ceni.
O Girona viveu situação ainda mais dramática. Depois de disputar competições europeias recentemente, passou a lutar contra o rebaixamento e acabou caindo para a segunda divisão espanhola ao final da temporada.
2. Elencos considerados abaixo da expectativa
Nos dois clubes, a crítica mais comum foi em relação ao mercado de contratações. Parte da torcida entende que os reforços não conseguiram substituir jogadores importantes que deixaram as equipes.
No Bahia, muitos torcedores apontam carências no ataque e nas pontas. No Girona, a imprensa espanhola destacou a falta de gols e as dificuldades ofensivas durante toda a temporada.
3. Grupo City mantém estabilidade
Talvez a maior semelhança esteja na postura da direção. O Grupo City não costuma tomar decisões precipitadas por pressão externa.
No Bahia, mesmo com a má fase, Rogério Ceni permaneceu no cargo durante o período mais turbulento.
No Girona, a direção também manteve por muito tempo a confiança no projeto, mesmo com a equipe próxima do rebaixamento. Após a queda, o Grupo City reafirmou o compromisso com o clube e manteve dirigentes importantes para reconstrução do projeto.
4. Torcidas insatisfeitas
Tanto em Salvador quanto na Catalunha, a principal reclamação foi semelhante: a sensação de que os clubes perderam competitividade e ficaram estagnados em relação aos rivais.
Diferença principal
A diferença é que o Girona chegou ao extremo da crise e acabou rebaixado para a segunda divisão espanhola.
O Bahia ainda está em tempo de corrigir os problemas durante a pausa da Copa do Mundo e na janela de transferências de julho, evitando que a situação se torne semelhante à do clube catalão. A expectativa da torcida é justamente que o Grupo City utilize esse período para reforçar o elenco e corrigir as deficiências identificadas por Rogério Ceni e pela diretoria.




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