Gramado da Fonte Nova volta a ser alvo de críticas e preocupa Rogério Ceni


Gramado da Fonte Nova volta a ser alvo de críticas e preocupa Rogério Ceni



O gramado da Arena Fonte Nova voltou a ser tema de discussão no Bahia. Durante o amistoso contra a equipe uruguaia, Rogério Ceni chegou a classificar o campo como uma "m...", demonstrando toda a sua insatisfação com as condições do piso.

A crítica ganha ainda mais força porque o estádio ficou cerca de 50 dias sem receber partidas oficiais do Bahia durante a paralisação para a Copa do Mundo. A expectativa era de que esse período fosse suficiente para recuperar completamente o gramado, mas a impressão deixada nos primeiros jogos após a pausa é de que as melhorias não foram suficientes.

Como a Arena Fonte Nova é um espaço multiuso, o local recebe frequentemente grandes shows musicais e eventos religiosos. Apesar da importância dessas atividades, elas acabam comprometendo a qualidade do gramado, que precisa suportar uma intensa carga de uso.

O estado do campo, inclusive, foi alvo de comentários durante transmissões de televisão de partidas do Bahia, evidenciando que o problema não passa despercebido.

Para um time como o Bahia, que aposta em um modelo de jogo baseado na posse de bola, trocas rápidas de passes e construção desde a defesa, um gramado irregular interfere diretamente no desempenho da equipe. A bola perde velocidade, quica de forma imprevisível e dificulta a execução das jogadas trabalhadas por Rogério Ceni.







Se o Bahia deseja competir em alto nível no Campeonato Brasileiro, a qualidade do gramado precisa ser tratada como prioridade. Um clube que investe em um futebol técnico também precisa de um campo à altura para colocar sua proposta de jogo em prática.




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